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O Amor pela Fotografia "Quem despertou em mim o amor pela fotografia foi minha tia-avó . Ela viajou pelo mundo inteiro e mostrava pra mim os álbuns de fotos com os registros que havia feito em suas aventuras. Os olhos dela brilhavam com as lembranças dos lugares onde ela esteve - lugares maravilhosos, fotos incríveis.", diz Renata Stoduto , fotógrafa e designer da nossa comunidade. Conexão através das lentes Com pai arquiteto e mãe apreciadora de arte e pintora, não faltaram boas influências para a Renata. Ela ama na fotografia as possibilidades de se relacionar com o mundo - ver o belo na realidade e cultivar a relação com o outro - tímida, consegue se conectar melhor através das lentes das câmeras. Série de Azulejos Decorativos O que ela fotografa na sua série de quadros decorativos " O Céu é uma Pintura" são recortes urbanos, que depois recebem interferências gráficas e são impressos em azulejos, logo após, enquadrados. Renata usa a fotografia como recurso para olhar as belezas do mundo . Parabéns para a Renata e a todos os fotógrafos da nossa rede, que nos ajudam a ver tudo sob uma ótica muito mais sensível! Veja mais sobre o trabalho da Renata na loja dela aqui na OPEN Design Store. Clique para ver: Renata Stoduto - quadros decorativos em azulejo
Conhecer a trajetória dos designers e o processo de produção de suas peças artesanais faz parte da nossa essência. Com o desejo de compartilhar essas histórias de profundo afeto no fazer, a gente criou o projeto No Ateliê , que vai trazer para o nosso blog um pouco sobre a vida dos líderes criativos por trás das marcas que integram as diferentes plataformas da OPEN - Feira, Marketplace e Loja Física -, abordando também temas relevantes e contemporâneos ligados ao Design Independente.  Começamos a série hoje no ateliê da designer Kate Schneider , que capitaneia a marca Muta. Com o charme e a qualidade do feito a mão, Kate produz ela mesma peças de acabamento perfeito em tricot e crochet em variadas formas, cores e materiais, buscando sempre trazer toques de modernidade a essa atividade milenar da trama. Kate Schneider em seu ateliê As mãos e o coração por trás da Muta É assim que Kate se apresenta e descreve sua relação com sua marca, mostrando o caráter pessoal da produção. Ela conta que cresceu no interior do Rio Grande do Sul e que aprendeu a atividade com as mulheres da família:  " Nasci em uma família de mulheres muito fortes e generosas" , que lhe ensinaram tudo o que sabiam, assim também passando os conhecimentos sobre as agulhas e linhas. O nome da marca, inclusive, é uma homenagem à sua avó, pois "muta" é um termo informal para "vózinha" em Pomerano, dialeto alemão. Crochê é coisa de vó? Kate conta que durante muito tempo, o tricô e o crochet foram taxados de ultrapassados, coisa de velho, coisa de vó, o que para ela seria, na verdade, algo muito bom.  "Coisa de vó é coisa de afeto, de carinho, de aconchego, então na verdade a nossa tentativa é resgatar essas técnicas ancestrais, o crochet, tricot, as tramas, os fios e as agulhas e trazer um tanto de modernidade, com os materiais e as cores." Kate explora muitos materiais para sua criação, porém, destaca que tem um apego especial pelo fio de malha, um resíduo da indústria têxtil: "Através do Upcycling, a gente consegue transformar o que poderia ser lixo em artigos cheios de textura, de história, de aconchego para o lar das pessoas." Perguntamos também à Kate como é para ela o ato de tramar e quais as sensações que ela tem fazendo essa atividade: "O mundo anda cada vez mais acelerado e impessoal. Tricotar e crochetar e transformar fios em peças que vão morar na casa das pessoas e trazer aconchego para essas pessoas é muito especial, é um elemento para retomar essa conexão que aos poucos a gente foi perdendo com a correria da vida. E criar essas peças e levar elas até as casas das pessoas que eu conheço e das pessoas que eu não conheço, o que é mais mágico ainda, é um processo de recuperação desses laços de afeto que foram se perdendo ao longo do tempo". Para finalizar a entrevista, perguntamos à Kate qual sobre a relação da época de frio que estamos vivendo agora, o inverno, e a Muta: "Pra gente aqui do sul, tricotar e crochetar tem tudo a ver com o inverno. Não só pelas peças que são produzidas, as mantas, os cobertores, os blusões e os cachecóis, mas também porque é um momento de sofá, de ficar aconchegado no calorzinho, de ficar produzindo e se aquecendo com aquela peça que tá nascendo. E é por isso que essa época do ano é tão especial para a Muta, tanto pelo fazer, quanto pelas peças que ela gera, por que levar esse calor para a casa das pessoas, é muito legal." Quer ver os produtos da Muta? Acesse a página da marca no nosso site!
por Paula Visoná     Se você é um usuário de redes sociais – e as chances de não ser são bem pequenas! – já deve ter esbarrado em alguma dessas hashtags: #supportlocalbusinesses; #supportlocal; #comprelocal; #compredequemfaz; #compredopequeno ou, simplesmente, #localpride , né? Talvez você possa ter pensado que esse movimento é algo passageiro, em decorrência de estarmos vivendo uma pandemia, o que torna muito relevante querermos valorizar os negócios locais agora.   Bem, se você pensou algo nessa linha, você está parcialmente certo. Sim, o momento atual ativou uma verdadeira onda global de suporte e valorização dos negócios locais . No entanto, esse movimento já estava acontecendo em diferentes territórios, no mundo inteiro. Como eu comentei acima, o momento atual ativou um movimento a favor de uma determinada perspectiva comportamental que se tornou conhecida como Local Pride . E, se houve essa ativação é porque estamos falando de uma ideia que já estava se manifestando em diferentes contextos.   Nesse caso, estamos identificando a manifestação de uma tendência de comportamento . E, é muito importante que isso fique claro, não se trata só de comportamento de consumo, pois tendências comportamentais vão muito além dessa instância da cultura viva cotidiana. Trata-se de uma visão de mundo , que se expressa, sim, na compra e consumo de produtos, serviços, conteúdos e experiências, mas que também se manifesta nas relações sociais, nas opções políticas e econômicas, nas escolhas estéticas, etc. E isso, claro, relacionado a pessoas em vários locais do mundo, em um período que pode ser curto – um a três anos – ou, longo – entre dez e quinze anos.   Segundo um artigo publicado em outubro de 2014 no Blog HotPads , os grandes responsáveis pelo Local Pride como tendência comportamental são os millenials . Se você não sabe quem são (e do que se alimentam...) os millenials , vale dar uma conferida no texto na íntegra. De maneira geral, o termo  millenial é utilizado para nominar a geração nascida entre 1981 e 1996. É uma geração que se adaptou facilmente às redes sociais , pois, nasceram em uma realidade já muito impactada pelas tecnologias de comunicação e conexão. É, também, a geração que viu a globalização deixar de ser uma ideia abstrata, para se tornar uma realidade presente, pulsante e estimulante.   Certo, mas por que justamente a geração que se beneficiou tanto com a globalização é a mesma que estimula, e propaga, o Local Pride pelo mundo? Bem, aí teríamos que falar sobre a relação entre os seres humanos e os paradoxos e, creio, precisaríamos de mais pelos menos uns três artigos. Entretanto, podemos falar sobre duas coisas importantes nessa relação entre millenials e Local Pride : a proximidade e o conhecimento sobre processos e pessoas envolvidas na produção de bens . Além disso, também podemos agregar mais um fator nesse coquetel de informações que estamos construindo: a criatividade como meio de vida .   Agora, talvez, algumas coisas estejam fazendo um sentido maior pra você. Assim ficou até mais fácil de compreender por que surgiram tanto negócios no meio da loucura da pandemia, né? Ah, mas tem muitos elementos a mais nessa equação! Só que pra falar sobre isso vamos precisar de um novo artigo. Então, aguarda um pouquinho que nossa próxima contribuição por aqui vai ser para destrinchar mais esses elementos e, de quebra, também falar sobre como usar o Local Pride a favor daquele seu projeto que está engavetado há tempo , mas, louco pra se tornar realidade!   Paula Visoná é professora universitária, pesquisadora de tendências comportamentais e socioculturais, coordenadora de cursos de pós-graduação em Design na Unisinos. Consultora de empresas nas áreas de estratégias de inovação aberta, cocriação, geração de cenários de futuro e metodologias criativas.       Background photo created by freepik - www.freepik.com
por Camila Farina   Em primeiro lugar eu preciso agradecer a você por estar aqui. Se chegou nesse texto é porque se interessou pelo nosso conteúdo e espero que, pelas marcas que a gente traz no nosso Marketplace. É sobre elas que eu quero falar.     Antes de iniciarmos o movimento e produzirmos a primeira Open Feira de Design no final de 2015, eu nunca tinha ouvido alguém usar o termo Design Independente , até começarmos a designar assim o ofício daqueles empreendedores criativos (grande parte deles graduados ou graduandos em cursos de Design ou Arquitetura), que vinham expor seus produtos com a gente. O uso do termo foi fruto da necessidade de diferenciarmos o que selecionávamos em nossa curadoria, do artesanato, da arte ou do design industrial, para que as pessoas também entendessem o perfil da feira e o que poderia encontrar nela. O termo “Independente” antes mesmo do “Autoral”, é super importante para compreendermos essas marcas, onde o designer empreende com a própria força (de vontade, financeira e de operação), envolvendo em cem por cento das vezes uma paixão incontrolável pelo que faz.   O Design Independente então como termo, veio nos ajudar a conceber tudo que é desenvolvido projetualmente, nas lógicas próprias do design, porém com fabricação manual e artesanal, consequentemente com produção limitada (estoques pequenos) e muita exclusividade. Quase tudo que você encontra aqui na Store e nas feiras tem potencial para produção em larga escala, mas o grande charme do que apresentamos aqui é justamente o toque do fazer com as próprias mãos. Exemplos disso são os brincos de azulejo da Studio Imã, que a partir de técnicas de Upcycling buscam seu material - o azulejo antigo - em demolições de casas antigas. A lapidação manual desse azulejo produz formas singulares, assimétricas e com marcas de produção, dignas da joalheria contemporânea.     // Os processos do design independente   Os processos do design independente são completamente humanizados e somados à criatividade no uso de materiais, colaboram também com os propósitos das marcas, como é o caso da marca de moda Tsuru, que aproveita, a partir da técnica Zero Waste, cada cm do tecido utilizado. Dona Rufina utiliza como material para suas bolsas e demais acessórios o couro residual da indústria calçadista, combinado à lã feltrada manualmente por artesãs dos Pampas Gaúchos. Também vemos essa preocupação em marcas de objetos de decoração e acessórios, como a Designacional, que escolheu os resíduos da natureza como matéria prima (madeira, sementes, folhas secas), de forma que cada peça produzida se torna ainda mais exclusiva.   O fazer manual também é uma prática comum, em função das limitações de cada marca, que pelo tamanho do negócio, não dispõe de maquinários para produção seriada, ou mesmo fôlego de investimento na terceirização para produção em larga escala. O cenário possível é mesmo o do fazer artesanal, com uma terceirização limitada, principalmente das marcas de moda, que envolvem fornecedores em etapas como modelagem, corte e costura, ou acabamentos mais detalhados como estampas.     Além disso, na concepção dos produtos, refletindo o propósito de cada marca, temos uma preocupação grande em atender à diversidade do público, com peças genderless (que vestem sem   gênero) e tamanhos variados. Marcas como camisas Capivara deixam isso muito evidente na comunicação, oferecendo uma modelagem bastante adaptável e muito versátil.  
Feiras criativas de Porto Alegre se reúnem e lançam selo Feiras Unidas POA, em um movimento para fortalecer o mercado e discutir protocolos de retorno às atividades   A Capital gaúcha, antes do isolamento, sempre foi rica em opções de programação ao ar livre, ocupando diferentes espaços da cidade. Agora as maiores e mais antigas feiras criativas de Porto Alegre se reúnem para fortalecer o mercado dos pequenos empreendedores locais e buscar a manutenção das marcas durante a pandemia.  A união resultou na criação do selo “Feiras Unidas POA”, que será estampado por todos os participantes, indicando que a feira faz parte do movimento.      O selo será  lançado no dia 26 de Julho  e incorporado pelos eventos a partir de agosto, enquanto isso as feiras seguem suas atividades de maneira virtual, com lives e eventos online, mantendo a interação entre marcas expositoras e público. Para o lançamento, no domingo,  serão realizados encontros entre as feiras .  A LIVE de abertura  (10h30 - 11h30) terá mediação de  Paula Visoná  e o perfil  @poanarua  fará lives sequenciais  com cada uma das feiras , representadas por suas curadoras - produtoras (a partir das 14h).    A proposta é criar um  grupo para debate , buscar soluções de interesse comum, com maior sinergia e união entre as diversas  iniciativas, promovendo uma série de atividades em conjunto, como  agenda anual das feiras , para que não haja sobreposições e  protocolo especial para retorno , considerando orientações da OMS e as necessidades específicas do tipo de evento. Participam do projeto  OPEN Feira de Design, Café com Bazar, Feira de Moda Plus Size, Brick dos Desapegos, Tô na Rua e Feira Me Gusta . Iniciativas que movimentam por ano  mais de 50 mil pessoas e 2 mil marcas , atualmente suspensas em função das limitações impostas pela pandemia.     A criação da identidade visual da campanha é da OPEN Feira de Design, assinada pela designer da Maria Cultura, Caroline Loch.  “O selo propõe uma representação da diversidade, união e energia que entendemos serem necessárias para seguirmos em frente” , relata Camila Farina, diretora da Maria Cultura e curadora da Open Feira de Design.  “O ar livre também está representado aqui, assim como a alegria e a leveza, os cataventos fazem remissão à ludicidade da infância, a diversão proposta por cada uma das iniciativas e à liberdade do movimento. As cores neutras foram utilizadas para favorecer a integração e diálogo do selo com os diversos materiais gráficos” , acrescenta Camila.     Sobre a OPEN Feira de Design A OPEN é a primeira e maior feira de design independente de Porto Alegre, já reuniu, em mais de 40 edições, cerca de mil expositores e um público superior a 100 mil pessoas. A feira teve sua primeira edição em dezembro de 2015, quando Camila Farina, diretora da Maria Cultura e Professora de cursos de Design, decidiu trazer a Porto Alegre o conceito das feiras que encontrava pelas em suas viagens a Buenos Aires a Congressos, com os alunos. Desde então o evento evoluiu muito, passando a assumir três formatos: Edições Nacionais no Instituto Ling, Edições Regionais no Espaço Unisinos e Edições Especiais, formato que ganhou versões na badalada Ilha do Clube Jangadeiros em Porto Alegre, em Caxias do Sul e no cultuado MECA Festival, em Maquiné.     Sobre a Café com Bazar  Há 8 anos, o Café com Bazar promove o feito à mão, abrindo espaço para marcas autorais através de suas edições, que atualmente acontecem no Pátio 24 Mall. Idealizado pela publicitária Fernanda Trindade, desde 2011 se diferencia pela exigência no processo de curadoria: cada expositor deve ser o criador de seus produtos. O evento se tornou ponto de encontro para quem deseja sair dos shoppings, conhecer iniciativas novas e curtir um sábado diferente em um espaço acolhedor e com programação para a família toda. Além da seleção criteriosa de produtos handmade, o CCB traz ao público atividades e oficinas criativas gratuitas, espaço para pets,  bebidas e comidinhas no capricho e música ao vivo para uma experiência completa - assim, o cliente não fica restrito só a compra de produtos.   Sobre a Feira de Moda Plus Size A Feira de Moda Plus Size é um evento de acolhimento da pessoa gorda, onde ela vive uma experiência que lhe é negada no varejo convencional, a possibilidade de escolher. Transcende um momento de compra e venda e se torna uma experiência de vida. A Feira é produzida por Viviane Lemos e Gizela Fonseca.   Sobre o Brick de Desapegos O Brick de Desapegos, organizado pela Natalia Guasso, completa 9 anos em dezembro e em meio a pandemia está se reinventando e criando diversas ações on-line para continuar contribuindo e fortalecendo o segmento dos brechós. A ideia é aliar divulgação dos brechós, conteúdo e dicas nas redes sociais.      Sobre a Feira Me Gusta  A Feira Me Gusta é uma feira cultural de rua, que reúne arte, moda, música, gastronomia e variedades. Idealizada e produzida pela publicitária Pamela Morrison, foi criada em novembro de 2014, em Porto Alegre. Tem como objetivo e valores: ser uma Feira de Variedades, onde todos possam ter oportunidades de trabalho e geração de renda; transformar Espaços Públicos em Espaços de Lazer; fomentar a economia e o turismo; tornar a arte e a cultura acessível a todos; gerar troca e conexão entre as pessoas.     Sobre a Tô na Rua A produtora Tô na Rua foi criada em 2013 pela Susana Jung, Bacharela em Direito, originalmente realizando eventos na orla de ipanema com o projeto orla vive, em 2015 resolveu realizar eventos de rua de uma forma itinerante pela cidade de Porto Alegre, chamando assim, pelo próprio nome da produtora: Tô na rua, cada mês era em um bairro de Porto Alegre, unindo arte, moda autoral, músicos porto alegrenses e os foodtrucks, em 5 anos os eventos do Tô na rua já foram patrocinados por mais de 22 marcas. Realiza na cidade dois eventos principais que são: Oktoberfest Porto Alegre e Saint Patrick's Day Porto Alegre. A cada evento é um encontro e reencontro entre pessoas e marcas.
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